Foi com muita alegria que assisti, ontem, à cerimônia de posse do Flávio na Academia de Letras de Pará de Minas.
E compareci com tanta euforia não pelo fato de ele estar ocupando uma posição inegavelmente respeitada e valorizada no contexto intelectual da cidade.
Minha euforia se devia ao fato de eu refletir sobre a trajetória que estava sendo "coroada" naquele ato.
O Flávio não bajula ninguém. Ele não é o que os outros querem que ele seja. Ele nunca pretendeu ostentar títulos ou ser admirado. Ele não negocia seu modo de pensar para parecer polido em um ciclo de discussão. O Flávio é erudito sem ser pedante. É incrivelmente competente sem ser obstinado pela competição. É solidário com os que dele se aproximam com sede do saber.
O Flávio ama a pesquisa de uma forma fantástida. É um historiador incansável. E um escritor fenomenal.
E tudo isso faz com que o título "imortal" seja absolutamente merecido.
domingo, 13 de setembro de 2009
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